
Para mais informação sobre o curso em questão, contactar Teresa Inácio, Gabinete de Formação Contínua da Faculdade de Medicina Veterinária tbaltazar@fmv.utl.pt.

Para mais informação sobre o curso em questão, contactar Teresa Inácio, Gabinete de Formação Contínua da Faculdade de Medicina Veterinária tbaltazar@fmv.utl.pt.
2 de Março – 14:30
Sala Mattos Romão, Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
Entrada Livre – Lotação Limitada
Many people think nonhuman animals live great lives in the wild.
However, this view is wrong. Population dynamics teach us that the
overwhelming majority of the animals that come to existence in nature
die shortly after. Those deaths are often painful. Furthermore, those
who survive often suffer and die from malnutrition, disease,
accidents, harsh weather conditions, fear, etc., or are killed by
predators or parasites. This gives us a strong reason to intervene in
nature to reduce the harms animals suffer. We may reject this if we
think (i) that only human interests count; (ii) that alleged
impersonal values such as environmental ideals count for more than the
interests of sentient beings; or (iii) that intervention in nature
cannot succeed. However, there are powerful arguments to reject all
these claims. If they are right, there is a strong case for
intervention in nature for the sake of nonhuman animals. This also
entails that if the interests of individuals count significantly
beyond what speciesist anthropocentric views assume, we must defend
the interests of nonhuman animals over environmentalist concerns.
Pessoalmente, concordamos com a implementação da nova legislação como primeiro passo para a protecção dos direitos destes animais. E já existem iníciativas mais radicais. Em certos municípios de Portugal, como em Sintra e Cascais, circos com animais são proibidos, e o mesmo já aconteceu ao nível nacional em por exemplo Inglaterraa e Bolívia.
Como alternativa, queremos chamar a atenção aos circos sem animais que são um exemplo de valores positivos, em que a criatividade fala mais alto do que a dignidade perdidados animais, como é o caso do Cirque du Soleil. Embora a directora criativa deste circo não seja contra a exibição de animais em circos, esta encontra-se preocupada com o bem-estar destes animais tendo em conta que “Ao contrário do ser humano, um animal não toma a decisão de ser artista de circo porque não tem essa capacidade de escolha” e ainda afirma que “Se não puder haver animais no espectáculo, então o ser humano vai ter que desenvolver muito mais a sua criatividade. E isso é óptimo!”.
Com uma mudança de governo vem sempre alguma reorganização nas entidades estatais, e como profissional aguardo com atenção as mudanças naqueles que tocam mais diretamente na minha atividade. Ontem a Fundação para a Ciência e a Tecnologia abriu o primeiro concurso deste ano a financiamento de projetos de investigação, e com isso tivemos acesso a nova organização de temas de investigação.
Pela primeira vez, na área científica Ciência Animal e Ciências Veterinárias consta a sub-área Produção e Bem-Estar Animal. Enquanto isso é um claro sinal positivo, ao olhar para a lista de sub-áreas interrogo-me onde ficam os classicos temas de medicina veterinária: caberá tudo sob Sanidade Animal e Epidemiologia?
Por Íris Pereira, Rita Mouraz e Vanda Marnoto, alunas do Pós-graduação em Comportamento e Bem-Estar Animal, ISPA.
Mas há um ponto sensível em todos nós. A nossa empatia generalizada com os animais gera uma abordagem emocional bastante eficaz. Captam mais a atenção do visualizador do que qualquer figura pública. Como tal, é usual vermos animais de várias espécies serem usados em anúncios publicitários. Por vezes por razões óbvias, como a tentativa de persuasão na compra de produtos para animais, outras vezes sem qualquer ligação directa ao objecto de promoção.
Este curso, que é co-organizado entre universidades nórdicas, promete um programa interessante num dos locais mais espectaculares da Europa. O curso é gratuito e dura uma semana. Clique sobre a imagem para descarregar o folheto.
Segundo msnbc.com, a People for the Ethical Treatment of Animals (PETA) afirma que conseguiu que Air France impedisse o transporte de 60 macacos da Maurícia para Estados Unidos. Os macacos destinavam-se à sucursal estadounidense da empresa japonesa Shin Nippon Biomedical Laboratories, um laboratório que já foi criticado pela PETA por não seguir a legislação em vigor no que diz respeito ao tratamento dos animais.
A notícia vem acompanhada por uma mini-sondagem (cuidadosamente formulada, note-se) onde para já os dois lados estão empatados.
Quando os macacos se apaixonam é o título do novo livro do George Stilwell, publicado pela Esfera dos Livros e a ser lançado dia 2 de fevereiro às 18.30h na FNAC de Chiado.